Novembro abre o período de vigência dos preços mínimos do feijão da safra 2026/27 no Centro-Oeste, que inclui Goiás. Para o produto do tipo 1, a referência é de R$ 186,84 por saca de 60 quilos no feijão cores e R$ 167,67 no preto. O período vai de novembro de 2026 a outubro de 2027.
Os valores constam da Portaria Mapa nº 934, de 9 de julho de 2026, publicada no Diário Oficial da União em 13 de julho. Portanto, o que começa neste mês é o intervalo previsto na tabela para essas regiões, e não a publicação de um novo ato.
Na comparação com a referência anterior, o feijão cores passa de R$ 181,23 para R$ 186,84, variação de 3,10% indicada no anexo. Para o preto, a mudança é de R$ 152,91 para R$ 167,67, alta de 9,66%. A mesma janela abrange Sudeste, Sul e Oeste da Bahia. No Norte e no restante do Nordeste, a tabela estabelece janeiro a dezembro de 2027.
Preço mínimo é uma referência da política agrícola. Não representa a cotação de venda do feijão nesta quarta-feira nem significa que qualquer comprador esteja pagando esse valor. A Conab explica que a Política de Garantia de Preços Mínimos opera por instrumentos com normas próprias, que tratam de condições como qualidade e limites de aquisição.
Para usar a tabela no planejamento, confira três campos juntos: grupo do feijão, classificação do produto e região de produção. A unidade também importa: os valores acima correspondem a 60 quilos de grão, e não à tabela de sementes presente no mesmo ato.
Se o objetivo for acessar um instrumento de apoio à comercialização, o próximo passo é verificar a norma operacional e as condições da operação correspondente. A existência do preço mínimo, sozinha, não confirma uma compra pública disponível para o lote.

